7 de fev. de 2009

segura a coisa - prévia carnavalesca - olinda, 13/02


No dia 13/02 (sexta-feira), rolará a prévia do bloco carnavalesco de Olinda-PE "SEGURA A COISA QUE EU CHEGO JÁ". A tertúlia será realizada no MERCADO EUFRASIO BARBOSA a partir das 21:00 horas, e terá a particIpação especial de MIUCHA BUARQUE DE HOLANDA & JOÃO LIRA, MAESTRO SPOK, LULA CORTES, NÔNO GERMANO, BARBIS BALL CATS, etc. Imperdível

MERCADO EUFRASIO BARBOSA no VARADOURO - OLINDA - PE

13/2/2009, às 21:00h

R$ 15,00 antecipado.

(81) 8822.6334/3439.3188

filipeta 2009 - RJ - dudu

e foi dada a largada para filipetas, panfletos e afins para divulgação (online ou impressão) da marcha 2009. cadê a sua?

6 de fev. de 2009

Tommy Chong elogia a técnica de Michael Phelps para fumar maconha


o filipeta recebeu duas sugestões de post com mensagens de apoio ao nadador-pulmão-de-aço Michael Phelps.

uma, do colaborador gustavo baldin: o que michael phelps deveria ter dito

e a outra, de diogo todé, com esse título: Tommy Chong elogia a técnica de Michael Phelps para fumar maconha

chong é o da... er... como é o nome?....... direita! na foto

O diretor, conhecido pelo fime 'Up and smoke', é famoso partidário do uso da erva. 

A polêmica envolvendo o flagrante do nadador 
Michael Phelps fumando maconha continua repercurtindo.Depois de Ashton Kutcher, foi a vez do diretor Tommy Chong falar sobre o caso. 

Entrevistado pelo site TMZ, Chong, conhecido por seu jeito cômico, elogiou as técnicas de Phelps: "Com aquele pulmão imagina o que ele não faz. Eu que não queria ficar depois dele numa roda...ia sempre ter que botar mais fumo", comentou o diretor. Depois ele ainda ironizou: "Ele vai perder bons contratos. Agora vai passar a ser patrocinado por fábricas de seda!".

Him & Her’s Smuggling Vacation - Jason Wilson



O estreante Jason Wilson é o artista da vez no mercado de quadrinhos da Inglaterra. Mas o burburinho em torno de seu nome não está restrito apenas aos círculos de fãs de gibis e já virou tema de discussões entre autoridades da região de Midland West.

E o motivo é o lançamento do álbum de luxo 
Him & Her’s Smuggling Vacation (algo como As Férias de Contrabando Deles, em tradução livre), escrito e desenhado por Wilson e inspirado em um episódio verídico da juventude de seu pai, Anthony Cyril Spencer, que traficou maconha da Espanha para a Inglaterra fazendo uma ponte por outros países da Europa sem ser incomodado.

Spencer já foi declarado pela polícia inglesa um dos criminosos mais procurados do Reino Unido. Por fabricação e contrabando de drogas e assalto à mão armada, ele havia passado duas décadas na prisão antes de, no início desta década, ser novamente condenado a seis anos de reclusão na Espanha, por tráfico de maconha. Nesse último período de cárcere, o traficante se uniu ao filho para contar sua história na 
graphic novel.

O problema, porém, é que, mesmo se tratando de uma aventura escrita em tom de pura comédia e misturada a elementos ficcionais, 
Him & Her’s Smuggling Vacation está sendo apontada como um guia detalhado e completo de como traficar drogas para a Inglaterra.


E não é para menos. Na HQ, há explicações sobre os melhores meios de transporte para esse fim; como levar maconha pelo mar e secá-la em terra; formas seguras de comunicação dos planos; descrição de como os policiais agem nas operações de vigilância; e muitas outras revelações que estão causando desconforto na polícia e entre os políticos.

(leia materia completa no blog universo fantástico)


(baixe grande parte do livro nesse link - em inglês)

5 de fev. de 2009

filipeta nacional 2009 - divulgação de todas as marchas

e

convocam:

"Galera,

Precisamos definir a arte da Filipeta Nacional da Marcha da Maconha 2009. Quem tiver propostas coloque neste tópico, quem quiser opinar opine. A decisão será tomada por um voto de cada Coletivo Local.

A arte tem que ser uma cor mais a cor do fundo.

Não esquecer a logo e o site.

Lembrando que cada Coletivo Local tem total liberdade para fazer filipetas próprias e para definir o voto."
renato cinco

emails também podem ser enviados para filipetadamassa@gmail.com

Phelps é suspenso por três meses por uso de maconha - uol.com.br




A federação norte-americana de natação decidiu suspender Michael Phelps por três meses por conta da foto em que o nadador foi flagrado fumando maconha. Durante o período, a entidade também não repassará verbas de patrocínio ao multicampeão olímpico.

"Esta não é uma situação onde se viola uma regra anti-doping, mas decidimos enviar uma dura mensagem a Phelps, porque ele desapontou a muitas pessoas, principalmente as milhares de crianças norte-americanas que o veem como modelo e herói", afirmou a Federação por meio de nota. (...)

Sem acordo, restou a Phelps assumir que realmente consumiu a droga e se desculpar pelo que chamou de 'comportamento lamentável'. "Tenho 23 anos, e apesar dos sucessos que tive na piscina, agi de forma pueril e inadequada, nada de acordo com o que as pessoas esperam de mim", disse o nadador. "Peço desculpas por isso. Prometo aos meus fãs e ao público que não vai mais acontecer", completou na ocasião. 



photo: welt.de

o vapor de Michael Phelps


O nadador norte-americano Michael Phelps, que ganhou oito medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, foi flagrado pelo tabloide inglês "News of the World" fumando um bong (espécie de tubo de ensaio de vidro comumente utilizado para consumir a droga) em uma festa.

Uma pessoa presente ao evento testemunhou ao tabloide que Phelps "estava fora de controle desde a hora em que chegou. Se ele continuar desse jeito, será uma surpresa se ganhar outras medalhas".

O tabloide diz que os assessores do nadador entraram em pânico ao saber da história e ofereceram ao "News of the World" "extraordinários incentivos" para não publicar a foto do bong.

A foto foi tirada em 6 de novembro de 2008, quando Phelps surpreendeu os estudantes da Universidade da Carolina do Sul, em Columbia, ao aparecer em uma festa de uma república.

Ele visitava Jordan Matthews, uma estudante da universidade com quem saía secretamente à época. No entanto, segundo pessoas ouvidas pelo jornal, acabou passando vários dias no campus, saindo com várias garotas e consumindo drogas e bebida em demasia.

Segundo uma fonte do tabloide, era visível que o nadador já havia consumido maconha antes, pois sabia exatamente como usar o bong. "Ele parecia tão à vontade com o bong nas mãos, quanto nadando na piscina".

O porta-voz da Octagon, empresa de marketing que agencia Phelps, Clifford Bloxham, ofereceu, segundo o tabloide, um "acordo extraordinário" para que a foto não fosse publicada: o nadador seria "colunista" do tabloide durante três anos, apresentaria eventos do "News of the World" e traria seus patrocinadores para anunciar no jornal.

Não obstante, Bloxham enfatizou que Phelps já realizou por volta de 1.500 testes antidopings na carreira, e nunca foi reprovado.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u496987.shtml

Georga Obama preso com maconha


RIO - George Obama, meio-irmão do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi preso no Quênia neste sábado por posse de drogas, informou a polícia local à "CNN". O inspetor chefe Augustine Mutembei disse que Obama foi detido com maconha, conhecida como Bhang no país. Segundo ele, o homem resistiu à prisão.

Obama está detido na delegacia de Huruma, na capital Nairobi. Um correspondente da emissora conversou com o irmão do presidente dentro da cela. Ele teria negado as acusações.

- Eles me tiraram da minha casa. Eu não sei por que fui detido - disse Obama.

O queniano e o presidente praticamente não têm contato, mas já foram apresentados antes. Ele foi um dos poucos parentes do presidente que não compareceram à posse em Washignton.

Na biografia "Dreams from My Father", Barack Obama descreve que conhecer George foi doloroso. Na viagem ao Quênia, o democrata foi apresentado a diversos parentes pela primeira vez.

Os irmãos Obama têm o mesmo pai, que deixou a mãe do democrata quando o filho ainda era pequeno. O pai dos irmãos morreu em um acidente de carro quando George tinha apenas 6 meses. Atualmente, George vive em uma favela queniana.

fonte:http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/01/31/irmao-de-barack-obama-preso-com-maconha-no-quenia-754219703.asp

Ministério da Justiça estuda mudanças na legislação sobre usuários de drogas - gabeira.com

ministro da justiça tarso genro fuma cigarro indígena em cerimônia no Xingú

ministro do meio ambiente carlos minc na marcha da maconha no rio de janeiro


O ministro Tarso Genro discutiu o tema segunda (02/02/09) com o colega Carlos Minc, autor de lei no Rio que trata o usuário mais como problema de saúde pública.

Aliás, Genro contou a Minc episódio ocorrido neste Fórum Social, em Belém, quando, por acaso, foi cercado por um grupo pró-legalização da maconha.

A polícia, que veio em seu socorro, foi obrigada a ouvir o coro: "Alô, polícia/A maconha é uma delícia..."

Enquanto isso, uma confusão assustou banhistas na tarde desta terça-feira (03/02/09) na Praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio. Cinco pessoas foram detidas quando a Polícia Militar chegou para abordar um jovem que estaria fumando maconha na areia. 

Segundo a 14ª DP (Leblon), para onde os detidos foram levados, quando o jovem percebeu que seria preso, teria escondido a droga na areia, enquanto um grupo cercou o policial militar. O jovem fugiu durante a confusão, segundo a delegacia. 

A Polícia Civil informou que foram jogadas garrafas de água e cocos nos policiais militares. A confusão chegou até o calçadão.

O trânsito na Avenida Vieira Souto chegou a ser paralisado, para que nenhum veículo fosse atingido. O carro da PM também foi danificado.

A delegada adjunta da 14ª informou que os cinco serão autuados por desacato a autoridade e lesão corporal leve. A polícia ainda vai abrir inquérito para apurar se os cinco detidos estão envolvidos nos danos feitos ao carro da polícia.


(abaixo) carlos minc e fernando gabeira, autor do blog de onde copiamos a notícia
(acima) foto publicada na folha de são paulo



4 de fev. de 2009

just say "know" - timothy leary

arte: Jay Blakesberg

"A "guerra contra as drogas" é absolutamente indecente. A proibição do uso de substâncias psicotrópicas beneficia a violência do tráfico às custas do dinheiro público, além de não impedir na prática a utilização de drogas, que devido a procedência duvidosa e adulteração, ficam ainda mais perigosas. Neste texto procurarei destrinchar a ideologia duvidosa que proíbe coisas como a maconha e os alucinógenos, ignorando o uso milenar dessas substâncias com fins religiosos, hedonistas ou medicinais. 

A raiz da proibição de substâncias está na igreja medieval, que por razões dogmáticas proibia o uso de todo o tipo de especiarias (não só psicotrópicos) como perfumes, açúcar, etc. O que quer que causasse prazer era controlado pelo clero. Mesmo a música demorou anos para se livrar da proibição da dissonância e mesmo da polifonia, a base de toda a música ocidental após o período renascentista. 

O sexo até hoje é desconsiderado pela igreja como um ato sublime e religioso por si só, sem a reprodução como finalidade precípua, e a proibição de anticoncepcionais pelo Papa só endossa esta afirmação. Mesmo drogas medicinais eram atacadas, principalmente por serem utilizadas por "bruxos", que não passavam de médicos camponeses, parteiras, etc., que tinham o conhecimento das ervas. O descobrimento da América, já numa época onde essas substâncias eram toleradas, criou nações, como o Brasil, que dependiam e criavam sua riqueza (que, claro, ia para os colonizadores) quase que unicamente de uma substância psicotrópica que causa dependência, o café, e do açúcar, especiarias antes com o uso restringido na Europa. Isso sem falar no tabaco, hábito dos índios americanos que se espalhou pelo mundo com uma velocidade alarmante, apesar das restrições da Igreja, que não poderia tolerar uma coisa "infernal" como aquela, que queimava e produzia fumaça. 

No século passado, já com o iluminismo absolutamente consolidado, em pleno positivismo, fez-se a descoberta de inúmeras drogas, entre elas os anestésicos, que revolucionaram a cirurgia. Intelectuais faziam uso de Absinto (uma bebida com um efeito ligeiramente diferente do álcool), cocaína, ópio, tabaco sob a forma de rapé e cigarros, e o uso dessas substâncias (com exceção talvez do ópio) era requintada e dândi. Mas entre as classes populares ainda havia o preconceito (além da falta de dinheiro, claro) reminiscente da Igreja, principalmente entre os Protestantes, mas o álcool sempre foi largamente utilizado. 

O século XX entrou com a psicanálise do Dr. Freud, que era um notável usuário de tabaco e cocaína, que na época não era considerado, como normalmente se entende hoje, um ponto negativo para ele. Na Sears, loja de departamentos Norte-Americana, se podia comprar um kit com um seringa e diversas substâncias para o senhor de família relaxar ou se divertir. A antropologia estava em alta e diversos estudiosos viajavam para lugares remotos e experimentavam as drogas religiosas de diversos povos. 

De fato quase toda cultura têm uma droga específica. Alguns casos chegam ao extremo, como algumas tribos vikings, que usavam um cogumelo extremamente tóxico. Eles faziam o guerreiro mais forte tomar uma poção com o cogumelo e depois toda a tribo bebia a urina do guerreiro, que mantinha o efeito psicotrópico mas não o efeito tóxico, o guerreiro passava mal alguns dias. Os índios mexicanos que usam cactus Peyote vomitam por dias a fio , com a boca lanhada e seca, apenas para ter alucinações. Normalmente quem faz o uso dessas substâncias é o xamã, ou pajé, da tribo, e ele a partir disso faz previsões ou curas. 

Zoroastrismo, Igreja Cóptica, esquimós da Sibéria, índios por toda a América (aliás 80% das plantas alucinógenas se concentra na América), sufis do islã, tribos africanas, todos usam ou usavam substâncias psicotrópicas, sem contar o álcool, com fins religiosos, de prazer ou medicinais. Acredita-se que na Grécia antiga, nos ritos de Eleusis, se utilizava um derivado do Ergot, o mofo do centeio, como um alucinógeno semelhante ao LSD. Se isso for verdade, gregos ilustres como Platão, que participavam das cerimônias utilizavam (ou viam pessoas utilizar) alucinógenos. 

Mas com tudo isso, a maior nação Protestante do mundo, os Estados Unidos, em 1914 resolveram baixar uma lei proibindo o uso de diversas substâncias psicotrópicas, feito imitado por todo o mundo algum tempo depois. Além disso, na década de 30, talvez devido a depressão econômica, tentaram proibir o álcool. O tráfico foi tanto, a violência tanta, que voltaram atrás. 

Enquanto isso se descobria o LSD e Aldous Huxley fazia experimentos com a mescalina e escrevia um livro muito influente até hoje "As portas da percepção". As bases estavam lançadas para o primeiro movimento contracultural, os Beatniks, nos anos 50. Usuários de drogas pesadas, intelectuais, apreciadores do Jazz, este grupo razoavelmente pequeno de pessoas foi a base cultural da revolução dos anos 60. Através de seus livros uma geração inteira de pessoas direcionadas para o uso sem preconceitos, e até exagerado, de drogas foi criada. E com ela a revolução sexual e cultural que todos conhecemos. 

As pesquisas com o uso psiquiátrico do LSD caminhavam (com resultados controversos até hoje) muito bem, quando o governo percebeu havia toda uma geração não voltada para o consumo, despreocupada com o trabalho e pacifista (isso em plena e inútil guerra do Vietnã). Esse foi o ultimato para as drogas. O governo americano proibiu o LSD em 1966, e acabou com as verbas para sua pesquisa (o estudo psiquiátrico do LSD continua apenas na Suíça). O tráfico internacional de drogas começou. Ouve toda uma campanha de desinformação sobre drogas. O usuário de drogas não podia confiar em nenhuma informação técnica sobre a substância, reportagens exageradas mostravam fatos duvidosos, etc. Até hoje existe algo disso, embora seja muito mais fácil conseguir informação confiável sobre drogas. 

É isso mesmo. Você achava que o governo proíbe as drogas porque elas "fazem mal", mas na verdade o governo as proíbe porque elas são contraproducentes numa sociedade de zumbis consumistas, trabalhadores incansáveis de corporações sem rosto e pessoas naturalmente deprimidas e sem religião. É verdade que algumas drogas fazem mal e provocam uma dependência terrível, como a heroína, é verdade que se pode morrer de overdose de cocaína, e é verdade que uma pessoa despreparada e deprimida, num ambiente desfavorável, pode se suicidar pelo efeito do LSD. Mas o álcool e o tabaco também provocam muitos malefícios e são liberados. Você não acha que o cidadão é que deveria decidir o que utilizar? Você gosta de ser tratado como um bebê que não pode comer um doce porque papai não quer? Você, cidadão respeitável, gosta de pagar a busca e apreensão de drogas, que podiam render impostos para o governo e ainda ter uma qualidade bem melhor, o que evitaria muitas mortes? Você acha que seu filho merece a informação dos amigos e traficantes ou a de uma bula? Você não confia nas pessoas? 

Não prego aqui a liberação de heroína ou cocaína, o que seria impossível aqui, embora a experiência da Holanda não seja o que pregam. Lá pelo menos os Junkies, que são doentes, têm o auxílio do governo. E sempre vão haver Junkies, pesquisas mostram que pelo menos 10% da população desenvolve algum tipo de dependência que não seja café ou tabaco. Mas alucinógenos não provocam dependência e geralmente são experiências enriquecedoras. Quase não existe tráfico de LSD, simplesmente porque ele não vicia, a pessoa sequer sente uma vontade reincidente (como na cocaína, outra droga que não causa dependência física, apenas uma forte dependência psicológica) - ou seja, drogas seguras não são normalmente traficadas, e o lugar comum chega a pensar (já me vieram com essa diversas vezes) que o "Ácido" é muito mais perigoso do que a cocaína. Sem falar na maconha, que nunca deveria ter sido proibida, e que leva a fama de quase tudo que não é, aditiva, destruidora de cérebro, etc. E as pessoas que falam isso bebem todo o dia, ou todo o fim de semana. 

Não prego aqui que todos devam usar drogas. Apenas os xamãs modernos, os artistas e os intelectuais, as pessoas criativas em geral é que normalmente se beneficiam, e que arcam o pequeno preço que algumas drogas cobram. Mas todos temos o direito de experimentar. Todos temos o direito de saber."

timothy leary, papa do LSD, autor do lema "turn on, tune in, drop out" - "se ligue, se chape, se livre" em tradução pra lá de livre. até hoje - em minha humilde opinião - o melhor conselho sobre drogas que alguém pode lhe dar.

1 de fev. de 2009

um pé de que? cannabis - pindorama filmes








exibido no canal futura. produção da pindorama filmes.

Fórum Social Mundial: manifesto pede legalização da maconha - terra e outros blogs

(eu sei, eu sei...você conhece essa faixa de algum lugar... :D é ela mesmo - que foi feita ali em campo grande, recife, pernambuco - pelo neo-canadense big serge, o serjão)

texto de lucy silva / terra

Um grupo de pelo menos quinhentas pessoas participou de uma passeata pela liberação da maconha no Brasil, neste sábado, na Universidade Federal Rural da Amazônia, em Belém, capital do Pará, onde acontece o Fórum Social Mundial. A manifestação foi organizada pelo Coletivo Nacional "Marcha da maconha", como forma de preparação para a marcha anual que ocorre no primeiro final de semana de maio em 13 cidades brasileiras. Apesar da proibição do consumo da droga durante a passeata, muitos manifestantes estavam com cigarros nas mãos.

Em clima descontraído e com mudas de plantas alusivas à cannabis e cigarros nas mãos, os manifestantes, a maioria jovens, percorreram todos os espaços da Universidade pedindo a liberação do consumo da droga em todos os seus usos. "Queremos a legalização de todos os ciclos que envolvem a maconha, desde a produção, comercialização e seus usos, inclusive os medicinais, não só os recreativos", defendeu um dos coordenadores do Coletivo, Renato Cinco.


A intenção do movimento, como explica o coordenador, é diminuir o tráfico de drogas no país. "Não podemos acabar com o poder tráfico, isso seria muita pretensão nossa, até porque a maconha não é a droga mais cara, apesar de ser a mais vendida, mas pelo menos diminuir a violência que ele gera", afirmou Cinco.

O movimento de defesa da liberação da maconha começou em 1999 em New York através da ONG "Cures not War". No Brasil chegou em 2002. No ano passado 13 cidades brasileiras, entre elas o Rio de Janeiro, sede do movimento, Porto Alegre e Brasília, organizaram marchas pela liberação da maconha. "Isso mostra o interesse cada vez maior pela legalização em virtude dessa verdadeira guerra que é o tráfico", finalizou.


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