8 de out. de 2009

3 de out. de 2009

filipeta da marcha da maconha salvador 2009 - www.redeananda.org


informe-se: www.redeananda.org

du caralho, du caralho, du caralho soteropolitanos!

25 de set. de 2009

A beleza do passe de bola na roda da criação - XIII ENEARTE (cebola pessoa e txhelo)

fotos sergio__vidal & thxelo / texto cebola pessoa

stand da ananda

guerrilha (pegue um broche/folhinha deixando uma contribuição)

exibição de vídeos sobre as marchas da maconha no Brasil

galera atenta aos videos e ao bla bla bla

moda e ativismo. de bermuda e chinelos, neco tabosa e sérgio vidal :-D

exibição do vídeo Canahuana, com todo o processo de crescimento das plantinhas amigas

Primeiro: Pequena roda formada diante de um lúdico mirante. No mastro, uma bandeira com flores primaveris sorridentes dá o tom de mais um dia no Encontro Nacional de Estudantes de Arte. Paira no ar aquela sensação maravilhosa das infinitas possibilidades da vida. Estamos num período fértil: uma geração artística em sintonia, exalando magia e criatividade. Admirável o contato travado com a própria realidade. Nas oficinas, é possível encontrar manifestações jamais reconhecidas formalmente pela academia, como o Dub, Grafitti, Capoeira e Tecido. Nas idéias, uma consciência ampliada da contribuição que cada artista tem pra dar na infinita roda da criação. A noite de festa começa com a trupe que desce as escadarias rumo ao picadeiro; perna de pau, clowns, atores, malabaristas, músicos, mágicos vão comungar juntos à magia do picadeiro.

Segundo: Intervalo para acompanhar de perto uma partida de ping-pong freestyle. Aqui o esporte ocupa duas quadras, dentro da quadra principal do evento. Sem o som característico das raquetes, nesta modalidade os jogadores fazem uso das mãos para rebater com maestria artística as jogadas vindas do outro lado. No clima de camaradagem da noite, as duplas costumam vão sendo formadas na hora. Mais do que de repente, um ator de rua baiano e um artista plástico - até então desconhecidos um do outro - se tornam grandes parceiros no tempo e vencem três partidas. Aqui todos ganham em risos e satisfação.

Terceiro: “Maconha, olha a Maconha... aqui, informações(!) sobre a Maconha”, entoa a voz no megafone. Estamos no estande da Ananda, grupo anti-proibicionista baiano que acendendo as pontas conquistou o direito de expressão dos cannabistas em Salvador. A edição da Marcha aqui na cidade está marcada para o dia 5 de dezembro, no Porto da Barra. Daqui pra lá o grupo promove oficinas criativas e arrecada verbas para a confecção de material. Todos os broches com a folha da Cannabis foram vendidos. O estande, localizado ao lado do picadeiro, reservou um espaço também para leitura, disponibilizando um riquíssimo acervo da cultura canábica, dentre eles uma compilação de tiras do Metous, camisetas da grife lombra e edições do livro O Fino da Massa. “ A Maconha é objeto de consumo cultural, ela atua dentro de contextos culturais. Ela é alimento da alma e do espírito da sociabilidade”, afirma Sérgio Vidal, pesquisador da ANANDA.

O cantinho é receptivo as tantas manifestações artísticas presentes, de modo que o visitante sempre leva uma nova informação sobre a ganja. “A Maconha pode ser estudo de várias outras áreas do conhecimento, mas faz parte do processo de estudo mesmo o campo artístico. É impossível dissociar”, afirma Neco Tabosa, jornalista responsável pelo o livro O Fino da Massa e editor do blog Filipeta da Massa.

Quarto: Navegamos pro palco, onde neste momento o encontro abre espaço para a manifestação da cultura rastafári com a apresentação da banda Aliança. Loas do reggae meditation e nyambinghi embalam a dança mágica dos leões guerreiros. Quem já foi num show de reggae sabe do elo que se forma entre a platéia e a banda, numa troca de vibrações alquímica. A intensidade é tanta que é comum você encontrar pessoas em pleno transe contemplativo da existência. Em meio aos chamados de Jah, teve maluco do Maranhão que achou até que tava na ilha... Com a cabeça feita, ficamos por aqui.

23 de set. de 2009

Ananda e Filipeta da Massa no XIII ENEARTE - sergio vidal

(foto: bruno rohde /
de PE: camiseta /lombra, finos da massa pra vender //
da BA, folhinhas-broche em troca de doação, panfletos para distribuição)


Estamos tendo a honra de receber em terras baianas o jornalista Neco Tabosa, responsável pelo blog Filipeta da Massa e editor do livro Fino da Massa. Neco participará da ação da Ananda no XIII ENEARTE - Encontro Nacional de Estudantes de Artes, realizando conosco as Oficinas de Arte e Psico-Ativismo e os bate-papos sobre a Marcha da Maconha, nos dando a honra de compartilhar suas experiências com a Marcha pernambucana, e principalmente com seu ativismo literário. Como se tudo isso fosse pouco, Neco ainda fez uma reimpressão de 200 exemplares do Fino da Massa que será lançada no Encontro.

A abertura do ENEARTE ocorreu em uma festa de recepção no último domingo, no DCE da Universidade Federal da Bahia. Na ocasião ocorreu o lançamento mundial da grife /lombra, no espaço da Ananda na festa. A Ananda realizou distribuição de material informativo e promoveu o Cine-Psicoativo. Também foram distribuídos broches de folhas de Cannabis em troca de doações para a organização da Marcha da Maconha em Salvador, que será realizada em 5 de dezembro.

A Ananda manterá um stand informativo durante todo o ENEARTE, com a biblioteca Ananda e um espaço de convivência. Também estão programadas Oficinas, Bate-papos e exibição de vídeos. Confira:

Quarta - 22hs - Exibição do vídeo Cannahuana
Quinta - 18hs - Vídeos sobre a Marcha da Maconha em Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro
Sexta - 19hs - Bate papo: Cannabis, e aí?
Sábado - 16hs - Lançamento de segunda tiragem do Livro Fino da Massa
Oficina de Arte Ativismo e Dicas de Organização de Manifestações Antiproibicionistas

20 de set. de 2009

twitando (fotos em breve)


www.filipetadamassa.blogspot.com e www.barralombra.blogspot.com em missão ervangélica em salvador, bahia

@filipetadamassa auto-RT da casa de @sergio__vidal, percebendo que a #maconha provavelmente será legalizada a partir de uma reunião na bahia... :-D

@sergio__vidal Domingo, 20/09, FESTA NO DCE - ABERTURA DO ENEARTE - MEU ANIVERSÁRIO. AÇÃO PSICOATIVADA DA ANANDA!

10 de set. de 2009

discurso do ministro no show de reggae - carlos minc de jah





Em discurso durante o show da banda de reggae maranhense Tribo de Jah, Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente, defende a amazônia, o cerrado e a natureza em geral. Minc também fez referência à decisão da justiça da Argentina, que descriminaliza o usuário de drogas que portar consigo pequenas quantidades de substâncias ilícitas. O show ocorreu no domingo, 6/9, no Santuário Raizama, na Vila de São Jorge, município de Alto Paraíso de Goiás(G), Chapada dos Veadeiros.

8 de set. de 2009

nem só de pão viverá o homem - metous


(clique para ampliar)

matous agora publica simultaneamente aqui no filipeta, no www.hempadao.com
E também aqui, no PílulasZen!

4 de set. de 2009

3 de set. de 2009

metous - cebola pessoa e tiago oliveira


(clique para ampliar)


as tirinhas metous vêm da bahia. e são uma produção de Cebola Pessoa (roteiros) com o ilustrador Tiago Oliveira de lá de Salvador. elas são publicadas no blog Pilulas Zen (www.pilulaszen.wordpress.com) e no www.hempadao.com.
e agora aqui no filipeta também.

29 de ago. de 2009

24 de ago. de 2009

eu é que fumo e o país é que perde a memória? - arnaldo branco e leonardo n´o globo

(clique para ampliar)

maconha + reportagem investigativa + cenário político surreal = + maconha e o capitão presença dando um rolê no senado

13 de ago. de 2009

tabaco ou maconha, o que te envergonha? - @zeechs e @planethemp







Enquanto uns choram outros vem e os devoram
O meu pensamento não é como o seu
Tabaco ou maconha, o que te envergonha
Eu não sou menos digno porque fumo maconha
Me contem, me contem aonde eles se escondem
Atrás de leis que não favorecem vocês
Então por que não resolvem de uma vez
Ponham as cartas na mesa e discutam essas leis
Planet Hemp, meu irmão, os criminosos ?
Porque eu luto pelos direitos dos nossos, não !
Pessoas inocentes morrem e vão pruma gelada
Eu ouço " bang bang " e não vou fazer nada ?
Tem que parar com isso acabar com essa matança
Enquanto tem gente morrendo tem outros enchendo a pança
Mas se você quer brigar ponha a barba de molho
Comigo é dente por dente,meu irmão, olho por olho
Se você tem amor pelo que que tem no peito
D2 mas mantenha o respeito


Mantenha o respeito
(Rafael - Marcelo D2)
Usuário [1995] - Chaos/Sony Music


12 de ago. de 2009

como lançar R$ 200.000 no ralo por ano - Jornal do Commercio/recife

R$ 200.000 - do seu bolso, contribuinte - por ano pelo ralo. É o que a Polícia Federal gasta nas operações para erradicar a maconha ( :-D ) no sertão de Pernambuco e da Bahia. O saldo efetivo das operações vc lê na matéria: violência espalhada pela região. Além da alteração na cotação do quilo da erva - isso não está na matéria - mas todo mundo sabe que o preço da maconha é determinado pelas ações dos homens fardados, sempre coordenados pelo serviço de 'inteligência' da PF.

Operações da PF no Sertão levam plantadores de maconha a assaltar Correios, que concentram dinheiro e insegurança

Jorge Cavalcanti
Jorge.cavalcanti@jc.com.br

A Polícia Federal (PF) intensificou o combate ao plantio de maconha no Sertão do Estado, com o objetivo quase inatingível de impedir as sucessivas colheitas – quatro por ano – e descapitalizar o financiador das roças, peça-chave no tráfico da erva. O reforço no número de operações para erradicação, porém, levou alguns grupos a praticarem outro crime: assaltos a agências dos Correios, que hoje movimentam dinheiro em espécie, mas não contam com a segurança de uma agência bancária. Os alvos têm as mesmas características: estão situados no interior de Pernambuco e da Bahia, em municípios com pequeno efetivo policial.

De acordo com a PF, já foram contabilizadas 17 investidas contra agências no Estado este ano. O número é igual ao registrado ao longo de 2008, o que sugere que a estatística do ano anterior deve ser suplantada. A PF não divulga o valor do prejuízo. Mas os dados são corroborados pelo diagnóstico do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos (Sintect-PE). Diretores da entidade visitaram as cerca de 200 unidades espalhadas por Pernambuco e constataram situação de vulnerabilidade em dezenas de municípios onde os Correios operam com valores altos, mas não possuem dispositivos como porta giratória, detector de metais e segurança privada.

(...)

Extensão da área dificulta as operações
Publicado em 12.08.2009


A grande extensão da área favorável ao cultivo da maconha e a pequena densidade demográfica do Sertão pernambucano são as duas principais dificuldades enfrentadas pela Polícia Federal no combate à plantação da erva. O delegado da PF em Salgueiro, Guilherme Torres, avalia como eficiente a política de erradicação, com o aumento de duas para quatro operações por ano ao custo médio de R$ 50 mil cada, mas reconhece o caráter inatingível na tarefa de erradicar o plantio da erva. Na semana passada, a PF deflagrou a terceira ação deste ano, simultaneamente em Pernambuco e na Bahia, com 60 policiais e o auxílio de dois helicópteros.

Pode-se encontrar roças de maconha em toda a extensão de terra dos quatro municípios pernambucanos às margens do São Francisco – Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Cabrobó e Petrolândia – ou em qualquer outro terreno irrigado. As ilhotas do rio também se mostram férteis para o cultivo, o que eleva ainda mais a dificuldade para identificar, cortar e incinerar os pés da planta. Durante duas semanas de operação, a jornada começa cedo. Por volta das 6h30, os policiais seguem de Salgueiro para a base no município vizinho de Orocó, improvisada no terraço de um bar à beira do rio. Só retornam no fim do dia. Cada policial destacado para a ação recebe uma diária de R$ 170, para custear hospedagem e alimentação.

Os helicópteros levantam voo, identificam os plantios e remetem a localização para base, via aparelho GPS (sigla em inglês para Sistema de Posicionamento Global). Do alto, o verde da maconha se diferencia do tom da caatinga. A depender do local das roças, os policiais vão de aeronave, barcos ou caminhonete. Aos poucos, formam-se montanhas de pés, depois incineradas com óleo diesel. Apesar do forte armamento da PF, é raro o disparo de um único tiro. Em quase todas as vezes, também não há prisão. A movimentação de tantos policiais, veículos e helicópteros quebra a rotina do Sertão e alerta os agricultores. Enquanto a PF está na área, eles não vão às roças.

A operação registrou até a última segunda-feira resultado parcial de 246 mil pés destruídos em Pernambuco, o que equivale a 82 toneladas. A PF calcula três pés para cada quilo da planta. Torres explica que não se deve comparar os números de uma operação com os de uma anterior. O ideal é fazer o comparativo com a mesma época do ano, o que explica a variação das últimas três operações. “O período do ano e a intensidade da chuva são fatores que influenciam na plantação”, diz.