28 de set. de 2010

10 mitos e 10 verdades sobre a legalização da maconha - www.renatocinco.com.br

friquinique*, por eduardo medeiros

1o Mito
A Maconha é uma porta de entrada para outras drogas.

Verdade:

Existem drogas que potencializam o efeito de outras drogas. É o caso da cocaína e álcool. O efeito da maconha, porém, é inibido pelo uso de outras drogas. Por isso é improvável que a maconha por si suscite o uso de outras drogas. O que às vezes ocorre é que a marginalização dos consumidores de drogas os torna companheiros de discriminação favorecendo a identificação entre grupos. Esse mesmo efeito também ocorreria com os consumidores de álcool numa eventual proibição deste. A maconha, entretanto, não perde o efeito e nem leva ao consumo de drogas mais pesadas. A Holanda, único país que legalizou o consumo da maconha, serve de exemplo internacional neste sentido. A legalização da maconha não aumentou o consumo de heroína, cocaína ou qualquer outra droga. Os consumidores de cânhamo são consumidores de cânhamo. Quando muito possuem interesse pelo chá de cogumelo. Na década de 1960, culturalmente os usuários da cannabis também utilizaram LSD nos EUA. Mas isso foi uma característica cultural e não um efeito químico da droga.


*o preço da maconha na ilustra não deve ter sido propaganda eleitoral intencional, mas... nunca se sabe!
dadas as condições da conjuntura atual, o filipeta prefere não declarar o voto pra não dar merda.
#gabeiraBADfeelings


14 de set. de 2010

28 de ago. de 2010

DEBATE - MACONHA E LEGALIZAÇÃO / Unicap. agosto/2010

mais um player que não consigo 'embedar' aqui no blogspot.


no caso, eu, um pastor evangélico e um inspetor da Polícia Rodoviária Federal.

valeu pelo convite e simpatia, garotas!
e um abraço pra gordinho!

24 de ago. de 2010

canadá, pesquisas com fibra de cannabis e o kestrel

pesquisas no canadá incentivam a produção de cannabis para fabricação de fibra. um ano depois desse video...



... já anunciam o protótipo do kestrel. o carro elétrico com estrutura feita de maconha >>> http://migre.me/175us <<< mês que vem, em vancouver.

21 de ago. de 2010

Seattle Hempfest PSA 2010 - 21 e 22 de agosto

ouça o dragão / festival anual feito por voluntários / http://hempfest.org/drupal/node


1 de ago. de 2010

1,2,3...travando!* - quinta > 05/08 > 22h

*interrompemos as postagens de cunho maconheiro neste blog por motivos descarados de autopromoção... se tiver no recife - e quiser rir menos do que assistindo ao debate eleitoral - vá ver esse experimento teatral... depois vc me diz o que achou :D

30 de jul. de 2010

Viaje a la Tierra - ARDA

15 coisas que você deve saber sobre maconha - www.haznos.org

clica aê!

14 de jul. de 2010

Cientistas fazem carta pró-maconha - folha de são paulo


da Folha de São Paulo
para acompanhar o caso de Pedro Caetano, acesse o Growroom

Um grupo de neurocientistas que estão entre os mais renomados do país escreveu uma carta pública para defender a liberalização da maconha não só para uso medicinal, mas para "consumo próprio", informa Eduardo Geraque em reportagem publicada na edição desta quarta-feira da Folha (íntegra disponível para assinante do UOL e do jornal).

A motivação do documento foi a prisão do músico Pedro Caetano, baixista da banda de reggae Ponto de Equilíbrio, que ganhou repercussão na internet. Ele está preso desde o dia 1º sob acusação de tráfico por cultivar dez pés de maconha e oito mudas da planta em casa, em Niterói (RJ). Segundo o advogado do músico, ele planta a erva para consumo próprio.

Os cientistas falam em nome da SBNeC (Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento), que representa 1.500 pesquisadores. De acordo com os membros da sociedade, existe conhecimento científico suficiente para, pelo menos, a liberalização do uso medicinal da maconha no Brasil.

Veja a íntegra da carta:

"A planta Cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha, é utilizada de forma recreativa, religiosa e medicinal há séculos mas só há poucos anos a ciência começou a explicar seus mecanismos de ação.

Na década de 1990, pesquisadores identificaram receptores capazes de responder ao tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo da maconha, na superfície das células do cérebro. Essa descoberta revelou que substâncias muito semelhantes existem naturalmente em nosso organismo, permitiu avaliar em detalhes seus efeitos terapêuticos e abriu perspectivas para o tratamento da obesidade, esclerose múltipla, doença de Parkinson, ansiedade, depressão, dor crônica, alcoolismo, epilepsia, dependência de nicotina etc. A importância dos canabinóides para a sobrevivência de células-tronco foi descrita recentemente pela equipe de um dos signatários, sugerindo sua utilização também em terapia celular.

Em virtude dos avanços da ciência que descrevem os efeitos da maconha no corpo humano e o entendimento de que a política proibicionista é mais deletéria que o consumo da substância, vários países alteraram, ou estão revendo, suas legislações no sentido de liberar o uso medicinal e recreativo da maconha. Em época de desfecho da Copa do Mundo, é oportuno mencionar que os dois países finalistas, Espanha e Holanda, permitem em seus territórios o consumo e cultivo da maconha para uso próprio.

Ainda que sem realizar uma descriminalização franca do uso e do cultivo, como nestes países, o Brasil, através do artigo 28 da lei 11.343 de 2006, veta a prisão pelo cultivo de maconha para consumo pessoal, e impõe apenas sanções de caráter socializante e educativo.

Infelizmente interpretações variadas sobre esta lei ainda existem. Um exemplo disto está no equívoco da prisão do músico Pedro Caetano, integrante da banda carioca Ponto de Equilíbrio. Pedro está há uma semana numa cela comum acusado de tráfico de drogas. O enquadramento incorreto como traficante impede a obtenção de um habeas corpus para que o músico possa responder ao processo em liberdade. A discussão ampla do tema é necessária e urgente para evitar a prisão daqueles usuários que, ao cultivarem a maconha para uso próprio, optam por não mais alimentar o poderio dos traficantes de drogas.

A Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC) irá contribuir na discussão deste tema ainda desconhecido da população brasileira. Em seu congresso, em setembro próximo, um painel de discussões a respeito da influência da maconha sobre a aprendizagem e memória e também sobre as políticas públicas para os usuários será realizado sob o ponto de vista da neurociência. É preciso rapidamente encontrar um novo ponto de equilíbrio."

Cecília Hedin-Pereira (UFRJ, diretora da SBNeC)
João Menezes (UFRJ)
Stevens Rehen (UFRJ, diretor da SBNeC)
Sidarta Ribeiro (UFRN, diretor da SBNeC)

4 de jul. de 2010

los paranoias - the beatles




outtake do white album / album branco