1 de jul de 2009

Drogas: meu bem, meu mal - rodrigo pitombo

(foto da marcha da maconha 2009 no recife por rodrigo valença)

de tempos em tempos uma revista de circulação nacional dá uma capa com uma foto vistosa de uma folha de maconha pra impulsionar as vendas.
à vezes o repórter sai do convencional e aprofunda um pouco mais a pesquisa.
é o caso de heitor pitombo e essa matéria da 'aventuras na história'

vale ler só por esse parágrafo:

"A maconha faz parte (da lista de substâncias ilegais oficializada pela ONU) . Mas nem sempre foi assim. No Brasil do século 16, fumava-se o bangue. Esse cânhamo, subproduto da planta, servia para fazer tecidos de velas, um mercado aquecido na era das navegações e que despertou o interesse da coroa portuguesa pela Cannabis. E os colonos trataram de espalhar sementes da erva por todo o território. Em 1785, o vice-rei Luiz de Vasconcellos e Souza enviou a São Paulo um ofício (com 16 sacas de sementes e um manual de cultivo), pedindo encarecidamente aos agricultores que plantassem maconha. No século 19, ela vira remédio, como se vê na propaganda mais antiga de maconha, feita pela Grimault e Cia., de Paris, em 1885 (ao lado). Encontrada pelo pesquisador Guido Fonseca, apregoava efeitos terapêuticos dos cigarros índios, à base de Cannabis indica, uma variedade da erva."

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Um comentário:

Heitor disse...

Rodrigo, será que somos parentes?
Bração,
Heitor