24 de ago de 2009

eu é que fumo e o país é que perde a memória? - arnaldo branco e leonardo n´o globo

(clique para ampliar)

maconha + reportagem investigativa + cenário político surreal = + maconha e o capitão presença dando um rolê no senado

13 de ago de 2009

tabaco ou maconha, o que te envergonha? - @zeechs e @planethemp







Enquanto uns choram outros vem e os devoram
O meu pensamento não é como o seu
Tabaco ou maconha, o que te envergonha
Eu não sou menos digno porque fumo maconha
Me contem, me contem aonde eles se escondem
Atrás de leis que não favorecem vocês
Então por que não resolvem de uma vez
Ponham as cartas na mesa e discutam essas leis
Planet Hemp, meu irmão, os criminosos ?
Porque eu luto pelos direitos dos nossos, não !
Pessoas inocentes morrem e vão pruma gelada
Eu ouço " bang bang " e não vou fazer nada ?
Tem que parar com isso acabar com essa matança
Enquanto tem gente morrendo tem outros enchendo a pança
Mas se você quer brigar ponha a barba de molho
Comigo é dente por dente,meu irmão, olho por olho
Se você tem amor pelo que que tem no peito
D2 mas mantenha o respeito


Mantenha o respeito
(Rafael - Marcelo D2)
Usuário [1995] - Chaos/Sony Music


12 de ago de 2009

como lançar R$ 200.000 no ralo por ano - Jornal do Commercio/recife

R$ 200.000 - do seu bolso, contribuinte - por ano pelo ralo. É o que a Polícia Federal gasta nas operações para erradicar a maconha ( :-D ) no sertão de Pernambuco e da Bahia. O saldo efetivo das operações vc lê na matéria: violência espalhada pela região. Além da alteração na cotação do quilo da erva - isso não está na matéria - mas todo mundo sabe que o preço da maconha é determinado pelas ações dos homens fardados, sempre coordenados pelo serviço de 'inteligência' da PF.

Operações da PF no Sertão levam plantadores de maconha a assaltar Correios, que concentram dinheiro e insegurança

Jorge Cavalcanti
Jorge.cavalcanti@jc.com.br

A Polícia Federal (PF) intensificou o combate ao plantio de maconha no Sertão do Estado, com o objetivo quase inatingível de impedir as sucessivas colheitas – quatro por ano – e descapitalizar o financiador das roças, peça-chave no tráfico da erva. O reforço no número de operações para erradicação, porém, levou alguns grupos a praticarem outro crime: assaltos a agências dos Correios, que hoje movimentam dinheiro em espécie, mas não contam com a segurança de uma agência bancária. Os alvos têm as mesmas características: estão situados no interior de Pernambuco e da Bahia, em municípios com pequeno efetivo policial.

De acordo com a PF, já foram contabilizadas 17 investidas contra agências no Estado este ano. O número é igual ao registrado ao longo de 2008, o que sugere que a estatística do ano anterior deve ser suplantada. A PF não divulga o valor do prejuízo. Mas os dados são corroborados pelo diagnóstico do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos (Sintect-PE). Diretores da entidade visitaram as cerca de 200 unidades espalhadas por Pernambuco e constataram situação de vulnerabilidade em dezenas de municípios onde os Correios operam com valores altos, mas não possuem dispositivos como porta giratória, detector de metais e segurança privada.

(...)

Extensão da área dificulta as operações
Publicado em 12.08.2009


A grande extensão da área favorável ao cultivo da maconha e a pequena densidade demográfica do Sertão pernambucano são as duas principais dificuldades enfrentadas pela Polícia Federal no combate à plantação da erva. O delegado da PF em Salgueiro, Guilherme Torres, avalia como eficiente a política de erradicação, com o aumento de duas para quatro operações por ano ao custo médio de R$ 50 mil cada, mas reconhece o caráter inatingível na tarefa de erradicar o plantio da erva. Na semana passada, a PF deflagrou a terceira ação deste ano, simultaneamente em Pernambuco e na Bahia, com 60 policiais e o auxílio de dois helicópteros.

Pode-se encontrar roças de maconha em toda a extensão de terra dos quatro municípios pernambucanos às margens do São Francisco – Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Cabrobó e Petrolândia – ou em qualquer outro terreno irrigado. As ilhotas do rio também se mostram férteis para o cultivo, o que eleva ainda mais a dificuldade para identificar, cortar e incinerar os pés da planta. Durante duas semanas de operação, a jornada começa cedo. Por volta das 6h30, os policiais seguem de Salgueiro para a base no município vizinho de Orocó, improvisada no terraço de um bar à beira do rio. Só retornam no fim do dia. Cada policial destacado para a ação recebe uma diária de R$ 170, para custear hospedagem e alimentação.

Os helicópteros levantam voo, identificam os plantios e remetem a localização para base, via aparelho GPS (sigla em inglês para Sistema de Posicionamento Global). Do alto, o verde da maconha se diferencia do tom da caatinga. A depender do local das roças, os policiais vão de aeronave, barcos ou caminhonete. Aos poucos, formam-se montanhas de pés, depois incineradas com óleo diesel. Apesar do forte armamento da PF, é raro o disparo de um único tiro. Em quase todas as vezes, também não há prisão. A movimentação de tantos policiais, veículos e helicópteros quebra a rotina do Sertão e alerta os agricultores. Enquanto a PF está na área, eles não vão às roças.

A operação registrou até a última segunda-feira resultado parcial de 246 mil pés destruídos em Pernambuco, o que equivale a 82 toneladas. A PF calcula três pés para cada quilo da planta. Torres explica que não se deve comparar os números de uma operação com os de uma anterior. O ideal é fazer o comparativo com a mesma época do ano, o que explica a variação das últimas três operações. “O período do ano e a intensidade da chuva são fatores que influenciam na plantação”, diz.

99 seeds balloons - ação do fórum alemão Hanfburg (via growroom)

Essa ação foi planejada no maior forum alemao Hanfburg
http://forum.hanfburg.de/fhb/showthread.php?t=255790
Lá tem muito pra ler, mas em alemao.

Em ingles alguma coisa aqui!
http://www.americancannabis.org/Seedpod.html



Ação dedicada à maconha, pobre plantinha muito mal aproveitada!

260 balões
2180 sementes
110 sacos com 10 a 15 sementes de maconha
150 sacos com 5 a 8 sementes de maconha

os tipos de maconha lançadas aos céus passam no fim do vídeo, dando água na boca da geral.

10 de ago de 2009

por aqui - de pernambuco


Direto da Califórnia, EUA, o estado regido pelo governador do futuro – o Mr. Universo mais maconheiro da história - Pietro acendeu e passou. (leia no hempadao.com clicando aqui) Dando a real da relação dos moradores locais quando o assunto é compra e consumo de maconha e a aplicação de cada polícia/estado na fiscalização das atividades relacionadas. Agora é a vez do Nordeste desse país abençoado por deus. Onde, sem aliso, já foi dito pelo pesquisador pernambucano Josué de Castro: “metade da população tem fome, e a outra metade tem medo da metade que tem fome”



Por aqui – De Pernambuco

Pernambuco, Brasil. Dizem que é por aqui que nasce uma das melhores maconhas do país. As belotas vêm soltas, não prensadas. E são vendidas direto da colheita. Vindas de lugares com condições adequadas para o plantio: no sertão do estado há sol, calor, solo arenoso, terras mais ou menos fiscalizadas, corrupção política e policial, rentabilidade garantida e rotas de fuga para a capital e para o exterior. E nas cidades de médio e grande porte, com o mínimo de esforço e bom senso se descobre a quem perguntar: onde é que se compra fumo por aqui?

Dá pra comprar em ‘dólas’ por cerca de $ 5,00. O que dá de 1 a 2 baseados de qualidade questionável. Cinquentinha – de 30g a 50g (bem ou mal pesadas, a depender da tua relação com o negociador). Essas custam de $ 60,00 a R$ 70,00. Garantindo até um mês de consumo moderado, com 2 a 3 baseados/dia de boa qualidade.

Para ter ainda mais qualidade a turma se arrisca pegando até meio quilo da erva. Pelo preço médio de uma cinquentinha - para cada um dos seis compradores -, se consegue fumo de qualidade superior e uma apresentação repleta de belotas graúdas. Que devem ser rapidamente divididas pra descabeçear a atividade suspeita.

Por aqui, quando o assunto é fumar, pode-se usar as situações em que o “direito foi adquirido” pelos maconheiros. É óbvio que existem as batidas com abuso de violência, a troca de tiros nas favelas e as provas ‘plantadas’ para gerar flagrante. Mas essas ações estão cada vez mais focadas em uma tentativa – falha – de desbaratar redes de distribuição da maconha.

Em áreas onde o uso é inquestionavelmente recreacional, como nas platéias dos shows do carnaval, em algumas praias, nos estádios de futebol, em comícios eleitorais, festas ao ar livre, ou ao redor dos mais movimentados bares, dá pra fumar respeitando parâmetros básicos de sociabilidade para evitar o vacilo.

Mas a coisa não é – nem de longe – a maior limpeza, nem se iludam. De vez em quando algum conhecido roda na mão dos homi, e ele tem que explicar na delegacia a situação. E já que a lei deixa aberta para a interpretação do juiz a decisão de se o caso é de tráfico ou de consumo. E o estado dá aos agentes policiais poderes de ação violenta contra situações consideradas de “alto risco”, ainda é preciso ter sorte para 1/ ser flagrado com maconha, 2/ ser conduzido devidamente a uma delegacia sem levar tapa ou ser subornado e 3/ ser enquadrado como usuário no processo criminal.

Para ajudar a trilhar esse percurso (onde se aplica a lei, pura e simplesmente) os maconheiros pernambucanos ainda precisam ter, além de sorte, cara de pouco pobre ou ser pouco negro. Infelizmente.

opa, bola passada: leia a sequência com a real do Rio de Janeiro clicando nesse link para o www.hempadao.com

1 de ago de 2009

vídeo da marcha (em meio à ditadura) - princípio ativo / porto alegre

"dedicamos este trabalho aos parceiros e parceiras de outros estados que tiveram suas marchas proibidas" - do blog princípio ativo

Marcha da maconha 2009, Porto Alegre! from vtbhoher on Vimeo.