a equipe do mau humor quer saber:

a equipe do mau humor quer saber:
Recicannabis - A Marcha da Maconha (parte 1)
Recicannabis - A Marcha da Maconha (Parte 2)
ao que tudo indica esses vídeos sobre a marcha da maconha de 2008 no Recife nunca mais vão parar de aparecer na rede.
ainda bem! pense numa tuia de maconheiro consciente da auto-propaganda!!
Baiano de Ipirá, Raimundo Sodré entrou em estúdio, em fins de 79 para gravar esse antológico álbum "A Massa" que reúne a composições com letras dos poetas do Recôncavo - Roberto Mendes e Jorge Portugal - e traz um universo de ritmos, como a chula, samba de roda , xote, baião típicos do Recôncavo e do Sertão baiano.
Antes do lançamento do LP, Raimundo Sodré participa do Festival da Nova MPB da Rede Globo no início do ano de 80 e fica em terceiro lugar com a música A massa, composição dele e Jorge Portugal, um misto de chula e baião com solo rasgado de viola que aglutina alguns sambas já existentes. O sucesso da canção empurra as vendages do LP que ganha um Disco de Ouro pela vendagem de mais de 100 mil cópias.
RIO - A polêmica sobre a legalização das drogas uniu os dois candidatos a prefeito em torno de pelo menos um ponto durante debate promovido pelo jornal "Folha de São Paulo", na manhã da quinta-feira (16/10), no Cine Odeon, na Cinelândia: os dois afirmaram já ter experimentado maconha. (Leia mais: Paes divulga nota para esclarecer declaração)
- Fumei, traguei e não gostei - disse Paes, que afirmou ter fumado uma vez "quando era muito menino" e criticou qualquer tentativa de legalizar o consumo da droga. - Vi pessoas próximas a mim se perderem na droga. A origem dessa violência toda é a disputa pelo ponto de venda de drogas. A apologia é um mal.
Gabeira, que discute a questão das drogas desde que voltou do exílio e defendeu a legalização a longo prazo, disse que não fuma mais para não desobedecer a lei vigente no país.
- Eu não fumo atualmente. Não é razoável eu desrespeitar a lei no Brasil. Posso ter efeito semelhante ao relaxamento produzido pela droga através da meditação - disse Gabeira, afirmando ser viciado apenas em H2O, fazendo referência à prática diária de natação.
Gabeira discorreu sobre as políticas para drogas executadas por vários países, como a de legalização na Holanda e na Inglaterra e a de repressão nos Estados Unidos. E disse ser considerado "uma referência" nesse debate.
Questionado pelo motivo de ter defendido, no passado, a legalização das drogas e, hoje, a não criminalização do usuário, Gabeira justificou ter colocado em discussão problemas para o futuro:
- No passado, minhas candidaturas eram propagandísticas.
fonte: oglobo.globo.com
Um relatório sobre a cannabis, preparado para a revisão das políticas sobre drogas da ONU que acontecerá no próximo ano, sugere que um “mercado regulamentado” iria causar menos danos do que a atual proibição internacional. O relatório, que é susceptível de reabrir o debate sobre as leis em relação à cannabis, sugere que os controles, como a tributação, idade mínima e rotulagem poderão ser exploradas.
O relatório da Comissão Global da Cannabis, lançado no dia 2/10/2008 em uma conferência na Câmara dos Lordes, traz conclusões que seus autores sugerem "desafiam o que se sabe sobre a cannabis”. Foi realizado para a fundação Beckley, uma ONG credenciada junto à ONU, para a revisão estratégica das políticas de drogas das Nações Unidas do ano de 2009.
Existem, segundo o relatório, mais de 160 milhões de usuários da droga a nível mundial. “Embora a cannabis possa ter um impacto negativo sobre a saúde, incluindo saúde mental, em termos relativos ela é consideravelmente menos prejudicial do que o álcool ou tabaco”, segundo o relatório. “Historicamente, há somente duas mortes no mundo atribuídas à cannabis, tabaco e álcool juntos são responsáveis por um número estimado de 150.000 mortes por ano só no Reino Unido.”
O relatório, elaborado por um grupo de cientistas, professores universitários e especialistas em política de drogas, sugere que grande parte dos efeitos nocivos da cannabis é “o resultado da proibição em si, especialmente os sociais nefastas resultantes da detenção e prisão.” Políticas de controle da cannabis, quer sejam draconianas ou liberais, parecem ter pouco impacto sobre a prevalência de consumo, ele concluiu.
“Em um sistema alternativo de disponibilidade regulamentada, controles do mercado como a taxação, a idade mínima para o consumo, a rotulagem e os limites de potência estão disponíveis para minimizar os danos associados ao consumo de cannabis”, disse o relatório.
Foi alegado que só através de um mercado regulamentado, os jovens poderiam ser protegidos das formas cada vez mais potentes da cannabis, como o skunk. Pretende-se que o relatório irá constituir um modelo para as nações que procuram desenvolver uma “abordagem mais racional e eficaz para o controle da cannabis”.
Os autores sugerem que existem provas de que “o atual sistema de regulação da cannabis não está funcionando, é preciso haver uma reflexão séria, se quisermos minimizar os danos causados pelo consumo da cannabis”.
Na noite passada, o relatório foi saudado por organizações que defendem a reforma das leis sobre drogas. “A fundação Beckley está de parabéns pela clareza da sua demanda para que o abastecimento de cannabis seja trazido para dentro do controle governamental”, disse Danny Kushlick da Transform. “Estamos ansiosos para a mesma análise a ser aplicada a heroína e a cocaína.”
O relatório está sendo lançado em um período de dois dias de conferência, que contará com a presença de figuras proeminentes da política da droga no mundo. As conclusões não são susceptíveis de serem aceitas pelo governo ou pelo partido Conservador, ambos se opõem ao relaxamento das restrições impostas ao consumo de cannabis.
Texto: Carlos Gutierrez
Fotos: Divulgação
Fonte: Campo Aberto / Revista Globo Rural
Durante muito tempo, o leite de soja foi uma opção para as pessoas que não gostavam ou não podiam ingerir leite animal. Mas agora no Canadá, a soja ganha um novo e forte concorrente: a maconha. A empresa Living Harvest Helpmilk lançou três sabores de leite de maconha: chocolate, baunilha e normal. Outra companhia canadense também aposta no setor, a Manitoba Harvest Hemp, que colocou no mercado iogurtes feitos de maconha. A princípio, tal iniciativa pode parecer estranha. Mas é bom esclarecer que o leite de maconha é feito com as sementes da planta, assim como o de soja. A plantação, legalizada no Canadá, é restrita aos usos industrias da planta: fibras, alimentos, entre outros produtos. O nível de THC (substância existente na maconha que causa efeitos alucinógenos) é praticamente zero. Ou seja, o leite não contém qualquer substância que cause efeitos psicoativos. Em outras palavras, não deixará o consumidor drogado. Os benefícios do leite de maconha são a maior quantidade de proteínas, a ausência de colesterol, o alto índice de vitaminas e das gorduras ômega 3 e ômega 6, substâncias necessárias para o bom funcionamento do nosso organismo, mas encontrada em poucos alimentos. Além disso, o produto também é rico em ácido gama-linolênico que, segundo alguns cientistas, ajuda na luta contra o câncer, a tratar inflamações e estimular o sistema imunológico. O produto já é sucesso total nos supermercados canadenses, tanto que agora o leite e o iogurte começam a ser exportados para os Estados Unidos. |
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Comitê Descentralizado de Divulgação da Cultura Canábica
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